Em 2026, Balneário Camboriú segue com o metro quadrado mais valorizado do país, mas o ponto central do mercado já não é mais o preço.
É a liquidez.
O que diferencia BC hoje não é apenas quanto vale o imóvel, mas a facilidade de revenda e reposicionamento do ativo, mesmo em um cenário mais técnico e seletivo.
Liquidez virou critério principal
O comprador de alto padrão passou a priorizar imóveis que:
- tenham histórico de negociação
- estejam em regiões consolidadas
- mantenham demanda constante, independentemente do ciclo
Isso explica por que apartamentos bem localizados em quadra mar, com plantas funcionais e padrão consistente, seguem girando mais rápido do que produtos mais “exóticos” ou superespecíficos.
Menos discurso, mais produto certo
Em BC, imóveis deixaram de ser comprados por narrativa e passaram a ser avaliados como ativo.
Vista, altura e assinatura arquitetônica continuam importantes, mas só funcionam quando vêm acompanhadas de:
- localização validada
- tipologia fácil de revender
- público comprador claro
Imóveis que fogem desse tripé estão ficando mais tempo no mercado.
O mercado ficou mais silencioso e mais profissional
Outra mudança clara em 2026 é o silêncio.
Há menos barulho, menos promessa e menos euforia. Em contrapartida, há mais negociação estruturada, decisões racionais e compradores bem informados.
Balneário Camboriú entrou definitivamente na fase de mercado maduro, onde errar o produto custa caro.
Conclusão
BC não se sustenta mais por expectativa de valorização futura.
Ela se sustenta porque funciona hoje.
Em um cenário mais técnico, a cidade segue forte não por excesso de demanda, mas por qualidade de ativos e liquidez real — um diferencial que poucos mercados no Brasil conseguem manter.
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